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CITROËN C-CACTUS: UMA NOVA VISÃO ECOLÓGICA E ATRATIVA DO AUTOMÓVEL ESSENCIAL

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Graças às soluções econômicas e engenhosas adotadas no C-Cactus, seu custo de fabricação é controlado e permite-lhe dispor de conjunto de tração híbrido Diesel sem que seu preço ultrapasse o da versão mais barata de um C4. Para chegar a este resultado, o C-Cactus privilegia equipamentos essenciais ao bem-estar de seus passageiros e explora novos caminhos de concepção, para que economia e ecologia não rimem com renúncia.

O C-Cactus é o fruto de uma concepção inteligente, repensada em torno de novos objetivos. Uma concepção que, por meio da exploração de novos caminhos de expressão e de novas soluções técnicas, permitiu reduzir a quantidade de peças necessárias à construção do veículo.

Para atingir este objetivo, os engenheiros da Citroën tiveram que: simplificar ao extremo alguns mecanismos ou peças; agrupar várias funções dentro de uma única peça e eliminar todas as peças não essenciais ao funcionamento do veículo ou ao bem-estar e à segurança dos passageiros.

O painel, por exemplo, foi eliminado. O conjunto das funções que ele normalmente oferece foi agrupado na console central e no cubo fixo do volante. O console central integra os alto-falantes, o comando da caixa de câmbio e uma tela tátil que dá acesso ao computador de bordo, ao sistema de navegação e às regulagens da climatização. Os comandos dos piscas, dos faróis, dos limpadores de pára-brisa, da buzina e do limitador/regulador de velocidade se encontram no cubo fixo do volante, bem como o taquímetro e os indicadores dos pisca-piscas, dos faróis e das luzes de emergência. Outro exemplo de simplificação: a peça utilizada para o pára-choque dianteiro, incluindo os faróis e os chevrons, é a mesma daquela que constitui a parte de baixo da porta do porta-malas. Esta escolha, ao mesmo tempo em que contribui para o design do C-Cactus, permite realizar economia de escala na produção deste elemento. A simplicidade encontra-se também na concepção do bloco dianteiro, constituído por apenas dois elementos: um capô fixo que engloba os pára-lamas dianteiros e uma portinhola de acesso às funções de manutenção do carro (óleo, líquido para limpar o pára-brisa, etc).

Sempre no mesmo espírito, a utilização da climatização faz com que a abertura dos vidros se torne supérflua. Uma simples abertura deslizante é prevista &8722; o que é suficiente em uso clássico. Os montantes e o mecanismo de abertura puderam assim ser eliminados.

A redução da quantidade de peças passa pela realização de elementos monoblocos. Os painéis das portas são constituídos por duas peças &8722; num sedã tradicional, são necessárias doze.

Os assentos possuem dois elementos: uma espuma com pele colorida moldada, muito confortável, e uma concha monobloco sólida que suporta a espuma e permite fixar o assento sobre trilhos no assoalho. A ergonomia é excelente e, de novo, a quantidade de componentes é limitada.

A vontade de Citroën em matéria de ecologia sempre foi propor tecnologias e veículos acessíveis para o máximo de pessoas, para que o impacto ambiental seja real. O C-Cactus avança ainda mais nesta direção: é um veículo verdadeiramente ecológico, graças à tecnologia híbrida HDi. Essa tecnologia associa um motor Diesel HDi de 70 cv DIN, dotado de filtro a partículas, e um motor elétrico que fornece potência suplementar de 30 cv DIN. O C-Cactus apresenta níveis de consumo e de emissões de CO2 de 29,4 km/l e 78 g/km em ciclo misto. Em uso urbano, o modo ZEV (Zero Emission Vehicle) dá acesso a um modo totalmente elétrico e silencioso. Nos trajetos exigindo acelerações e desacelerações sucessivas, a hibridação permite limitar o consumo utilizando simultaneamente as duas energias.

Outros pontos contribuem para fazer do C-Cactus um veículo perfeitamente respeitoso do meio ambiente. As soluções adotadas para a concepção do C-Cactus visam também a redução dos níveis de consumo e de emissão de CO2. A diminuição da quantidade de peças permitiu deixar o veículo cerca de 15% mais leve em relação a um C4 híbrido HDi, chegando a um peso total de 1.306 kg. A largura dos pneus do C-Cactus é limitada (205/45 R21), o que também contribui para seu bom resultado ambiental.

A redução da quantidade de peças permite também limitar a quantidade de matérias primas consumidas, enquanto uma grande parte dos materiais utilizados são reciclados ou recicláveis. É o caso do pára-brisa e das janelas, cujo vidro é reciclável, assim como os pneus e a chapa das portas (feitas de aço bruto, sem pintura nem verniz, porém tratadas contra corrosão).

Os tapetes são de couro reciclado, oriundo de restos de couro inutilizáveis para os curtumes. Muitas peças são feitas de cortiça, material natural extraído de casca de carvalho. O feltro dos painéis das portas e dos guarda-objetos do painel é de lã, realizado sem aditivo químico e, sobretudo, reciclável e biodegradável. A velocidade do C-Cactus é voluntariamente limitada a 150 km/h. Esta escolha contribui para o bom resultado ambiental do veículo e mostra a vontade da Citroën de conceber um veículo cidadão, que proporciona uma visão diferente do automóvel, no qual o motorista dirige em harmonia com o meio ambiente.
06/09/2007

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