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MEDIDAS PALIATIVAS CONTRIBUEM COM O MEIO AMBIENTE?

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Divulgação

Agência AutoInforme - A questão ambiental é prioritária para a indústria automobilística. Por uma razão simples: o carro é o grande responsável pela poluição da atmosfera.

Mais do que isso: ele leva consigo, em todo o seu longo ciclo de vida, um rastro de destruição.

Desde a exploração do ferro, de insumos e energia necessários para a produção, passando pelo petróleo, que faz funcionar o motor, e chegando ao fim da sua vida útil, quando uma tonelada de sucata cria um novo problema ambiental.

O carro elétrico resolve o problema de emissões, mas cria outro: o que fazer com as baterias usadas, com seus metais pesados prejudiciais ao meio ambiente?

O mundo está longe de encontrar uma solução.

Enquanto isso, a indústria toma medidas paliativas, para manter uma boa imagem junto ao mercado, pois o consumidor começa a levar em conta as boas práticas de sustentabilidade na hora de comprar um carro.

Muita gente questiona ações de pequeno impacto, como um pneu com menor atrito, uma alteração no desenho da carroceria ou a criação de um aerofólio mais aerodinâmico, que economiza mililitros de combustível.

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas é a soma de todas essas pequenas ações que vai permitir uma economia ao longo do tempo.

Quando foi lançado, em 1993, o motor 1.0 do Gol tinha 50 cavalos de potência e fazia 6,2 km com um litro de gasolina. Hoje, o motor é 42 % mais potente 26% mais econômico.

Portanto, enquanto a solução mágica não vem, qualquer medida que tenha algum impacto na preservação do meio ambiente, por menor que seja, será bem vinda.

Joel Leite

08/01/2010

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